O Festroia inaugurou a sua 25ª edição com uma homenagem á cinematografia da República
Checa. Para assinalar esta homenagem subiram ao palco da Sala Mário Ventura inúmeros
convidados deste país, tais como, Juraj Jakubisko, Karel Roden, Jiri Menzel, Ivan
Trojan, Jan Budar, Jaroslav Boucek, Petr Koliha, Martin Maryska, Filip Renc, o
golfinho de cristal do Festroia foi entregue a Ladislav Skerik, embaixador da
República Checa. Assistiu-se depois á projecção do filme Vaclav, de Jiri Vejdelek.
Este tributo contou com o apoio da Embaixada da República Checa em Portugal, e a Czech TV.
Animação e Curtas
O Panorama Infantil e Juvenil deste ano contou com 20 curtas-metragens e 3 longas, de
países como a República Checa, a Letónia e a Holanda, continuando a apostar num público
mais jovem. O Festroia apresentou ainda, à semelhança dos outros anos, diversas curtas,
que incluíram, desde os finalistas dos prémios UIP 2008, aos Curtos Europeus passando
pelas escolas de cinema e a pela secção Panorama, que incluí as curtas metragens Portuguesas.
Cinema Negro
O 25ª Festroia promoveu um ciclo sobre o Cinema Negro europeu. Esta mostra não
competitiva trouxe ao grande ecrã longas e curtas-metragens que têm em comum o
suspense e os ambientes negros e perturbadores que caracterizam este tipo de
películas.
Nas longas metragens foram exibidos filmes como O Contrato, do português
Nicolau Breyner, O Homem dos Ossos, do austríaco Wolfgang Murnberger, Saída,
do sueco Peter Lindmark, o multipremiado A Cidade dos Frascos, do islandês
Baltasar Kormákur, e ainda o filme dinamarquês Daisy Diamond, de Simon Staho.
Nas curtas, a Dinamarca foi representada por Ocupações, de Lars von Trier,
enquanto da Suécia veio M de Morte, de Magnus Holmgren, e de França Um Peru
Suculento, de Benoît Ameil.